quarta-feira, 11 de maio de 2011

E vocês aí????

Eu? Eu estava aqui:










E agora estou aqui:







Serião, tô desde o dia 28 de abril fora de casa (a casa pra qual eu mudei 3 semanas antes, poizé, abafa), e por isso dando as caras quase nunca aqui no blog. Foram férias bem merecidas, diga-se, pelo Caribe e Bermudas, esse último o lugar mais lindo de meldels que já visitei na vida, e as fotos não fazem jus à vida real. Há uns dias cheguei em NYC onde vim por obrigação: meu bebê, que há 5 meses mora na minha barriga (a sexagem fetal diz que é menina, mas tô morta de medo de cair nos 1% de margem de erro do exame, então chamo de "bebê" mesmo) era praticamente um descamisado, e agora graças à Babies 'r Us, à Century 21, à Marshalls, à Carters e ao patrocínio do meu cartão de crédito, tem um enxoval quase completo (e a mãe dele uma dívida enorme com o banco). Metade do meu desespero - o medo de ficr perdida, não saber o que comprar, comprar tudo errado - passou. A outra metade vai passar depois que eu despachar todos esses trambolhos de mala pro Brasil. A boa notícia pra mim é que, como fiquei atarefada com compras de bebê e alguns passeios que queria fazer, não gastei tempo nem grana comprando aquele clássico monte de porcarias de que eu nem preciso mesmo. Má notícia pras leitoras, hehe, porque vão ter que me aturar falando dos 3 cacarecos da Illamasqua que arrumei na Sephora, e mais de todos os produtos "velhos" que tenho em casa. Ah sim, eu preciso de assunto, portanto vão entrar em pauta os nacionais e os estrangeiros, tá bem? E quem se chatear com os posts sobre produtos gringos, pula pro próximo, combinado?



Nesses dias de compras de bebê, acho que fiz mais quilometragem no metrô do que o Rubinho pé de chinelo, que sempre pifa na segunda volta, fez na Fórmula 1. Aproveitei pra pensar, pensar e pensar no que iria escrever aqui. Porque rola todo um hype no mundo blogueiro a respeito de NY, né? E o assunto já foi falado por mil pessoas, de mil maneiras diferentes. O que não acho tão legal é que sempre fica aquela coisa meio "o que as novaiorquinas estão usando", "lugar onde a Carrie cara de cavalo Bradshaw compra seus cupcakes", e meninas posando pra fotos nas ruas da cidade, completamente cheias de penduricalhos, com aquela atitude de "ah, essa blusinha bordada de paetês com renda e plumas de ganso banhad a ouro 18k eu coloquei na mala sem querer achando que era um moletom e no último dia só tinha ela pra usar". Ai, gente, pelamor, todo mundo quer sair bonita na foto ('inda mais eu que vou ter filho, imagina se bebê no futuro vê a foto da mãe grávida em NY e acha uma baranga), não vejo o menor problema em admitir. Além do mais, andar aqui cheia de penduricalho e com sapato desconfortável é uma verdadeira porcaria, porque quando digo "andar", é no sentido da palavra mesmo: aqui se ANDA. À pé, de metrô, se sobe escada, se desce escada, se atravessa rua esburacada e meio-fio lamacento. NY é uma cidade sujimundinha, minha gente, e você está em férias. Cuidado pra não torcer o pé.




Não sei quantas vezes vim pra cá. Perdi as contas mesmo. Eu tive parentes morando aqui em Manhattan, como tive em Maceió, no Rio e em Londres. Vir pra NY não é "chique". Pergunte a qualquer classe média como eu, que parcela a passagem a perder de vista no Decolar.com. É uma cidade suja, sim. As pessoas, em geral, são bem grossas - e olha que eu sou de SP, cidade que perde pra poucas em matéria de grosseria. Mesmo assim, eu recomendo a quem puder, que venha!!!




Por que? Porque é uma cidade bonita e pitoresca. Porque os prédios novos enooormes ornam com os antigos - estes são de tijolinhos em tons terrosos, de marrom claro a vermelhão terracota, e quando o sol está baixo e reflete neles, fica um brilho dourado lindo e diferente. Porque tem alguns dos melhores museus do mundo (e podem crer que nerds como eu, que curtem museus desde bem pequenas, choram lágrimas de sangue quando vêem uma blogueira falar que visitou 6 no mesmo dia). Porque comprar coisa boa por aqui não arranca suas calças pela cabeça. Porque o Central Park é lindo e caprichado, e tem parque lindo e caprichado fora de Manhattan também. Porque em apenas um dia andando por aqui se tem diversas experiências sensoriais, culturais, pessoais diferentes.




Claro que nada impede que você goste de Sex and the City - eu acho uma das piores coisas já produzidas, mas cada um na sua!!! - e queira ver um pouquinho de onde se passa seu seriado favorito. E o mesmo vale pra, sei lá, CSI NY. Cada um vem aqui pra ter suas experiências. Mas não se engane achando que vai chegar em NY e todo mundo vai estar vestido como na Vogue, porque não vai. Aliás uma vez eu brinquei que o Sartorialist devia montar uma barraquinha em alguma esquina e ficar horas esperando passar alguém vestido daquele jeito que ele mostra no blog, porque eu acho as pessoas em NY bem normais, nada de super extraordinário. Uma pessoa que eu até gosto bastante me respondeu que eu acho isso "porque não fui aos lugares certos". Oi? Lugares certos NAONDE, Arnaldo Cezar Coelho? Encerrei o assunto pra não perder a amizade, mas prometi pra mim mesma que, na próxima visita, ia prestar mais atenção na elegância (ou deselegância, pra parafrasear o irmão de Bethânia Trending Topic) das novaiorquinas.






Agora aguentem minha teoria, porque eu desenvolvi uma: as brasileiras acham as novaiorquinas o máximo porque AS NOVAIORQUINAS NÃO ANDAM UNIFORMIZADAS. Não sei se rola uma noção disso, e eu demorei 15 anos pra perceber (a primeira vez que estive aqui foi com 17 anos e agora tenho... façam as contas :)). Vem brasileira pra cá com caderninho fazer lista de "tendencinhas" que as meninas estão usando, quando na verdade a "interessância discreta" dessas moças reside no fato que elas não estão todas completamente montadas com, sei lá, oxford nos pés, meia calça de renda, shortinho jeans com a barra assim-assado, camiseta "podrinha", mil anéis de vaca-cobra-elefante-jacaré-abelha em todos os dedos, bolsa colorida da marca tal, chapéu X, cabelo Y. Tá, algo que todas usam são óculos escuros e a maioria, reparei, é de modelos grandalhões. Lenços, pashminas, echarpes e afins também rolam soltas. Mas de resto, de forma nenhuma parecem todas saídas do mesmo forno. E ó que existe gente assim na blogosfera brazuca, hein... tipo a Jojo do Um ano sem Zara, que faz umas montações bonitinhas e diferentes do trivial. Ok que ela já tem um armário fantástico e acho que ficaria bonita até vestida de saco de estopa (juro que super pensei em me inspirar agora que estou paupérrima, mas infelizmente com 4 meses de gravidez pela frente não posso prometer que não compro mais roupa, porque cada dia acordo e descubro umas 20 peças que não me servem mais). Mas eu curto o esforço da parte dela em, ao mesmo tempo que lida com aquelas mesmas peças sempre, tentar fazer algo diferente respeitando o PRÓPRIO estilo.






Quem passar os olhos por esse post talvez pense "essa louca falou um monte e não disse nada". Bom, acho que eu quis dizer que a gente não precisa glamourizar tudo em excesso, que inspiração e cópia xerox não são a mesma coisa, que você e a blogueira X não são a mesma pessoa e logo não precisam das mesmas coisas ("coisa" no sentido figurado e não só material, tá?) para serem felizes e estarem lindas. Andar todo mundo igual é chato, não façam isso em casa.



Enfim, foi uma reflexão de uma madrugada de férias. Se amanhã eu tivesse que trabalhar, provavelmente estaria dormindo...




19 comentários:

  1. Hahahahaha, li muito sobre as entrelinhas do bom humor da gravidez. Rindo litros, Joo.
    Sim, recebi comentários de pessoas que ODEIAM que eu escreva sobre produtos importados, sejam cremes ou noivinhos de bolo. Ah, caramba, eu só tô comprando comida e fralda no Brasil. O que posso fazer???? Cansei de rasgar dinheiro aqui dentro... Pago passagem parcelada mas consigo viver dentro de um orçamento mini mini mini.
    Ok, tirando toda a parafernália que você irá carregar naquele puxadinho que o seu carro terá (sim, porta-malas é piada), você precisará apenas de Carter´s (especificamente os bodies + mantas) e fraldas. Tá, precisa também da pomada EQUATE do Wal Mart americano... O resto é firula, enfeite pra foto, para falar como é linda a menina, blá blá blá. Se você postar ela (aê, arrumei uma esposa pro Samuel) de sapatinho de oncinha, juro que não volto aqui nunca mais! E se vc colocar uma calça ridícula dourada para fazer pose na 5a. avenida, juro que te chamo de cafona. rsrsrs
    Parabéns, Joo, por ter uma menininha na barriga (aceite que será uma coisa fofa cor-de-rosa dentro de roupa cor-de-rosa!) e continuar sendo essa bela mulher coerente.
    Ah. Lembrei que cremes pós parto da Mustella são itens preciosos que não podem faltar na sua bagagem de volta... e a lansinoh básica...
    O comentário virou inventário.
    Beijo e aproveite esse cidadão de barrigão!
    (Cadê a foto???? Bermudas? Oi?????)

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  2. Ainda fica quanto tempo em NY? Nao esqueca de se inscrever no site da http://www.motherhood.com/ para ganhar uns descontinhos nas roupas para voce também, claro. Minha vida de grávida melhorou 200% depois que eu comprei o sutia para dormir que eles vendem. Voltei lá e comprei mais 2. Vida de peituda já nao é fácil, grávida entao, vira um suplício!!! 32E deve ser o número mais difícil de encontrar nos EUA. Saudades de Londres, viu?

    Ri muito com essa coisa de uniforme que voce falou. Quando morava no Rio eu ficava louca quando queria comprar alguma coisa básica (exemplo real: terninho preto) e nao encontrava porque nao era moda na época. Grrrr... Se a moda fosse periguete, esqueca comprar algo sem decotes ou uma calca larguinha. Estava no melhor de dois mundos comprando minhas roupas em Londres e meus sapatos no Rio, consegui fazer o guarda-roupas que sempre sonhei, com pecas de qualidade. Moda? Que moda? Nao sou rica nao. O que eu compro é para usar por pelo menos 20 anos e parecer que foi comprada ontem. rsrsrsrs Badulaques, echarpes e sobreposicoes estao aí para fazer isso possível.

    Aproveita bem os últimos dias de férias. O Brasil te espera com gente uniformizada mas, simpática. rsrsrsrs Beijao.

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  3. Nossa Joo, você lavou a minha alma com este post, juro! Eu confesso que tenho uma certa preguiça e implicância com quem acha que "lança tendência" ou quem se denomina "it alguma coisa"... Rola toda uma vontade de entregar uma trouxa de roupa suja e um tanque e falar "ta ae a tendência, lavar roupa pra descobrir a verdade da vida" haha
    Agora sobre viajar para NY ou qualquer outro lugar, muito apoiada! Viajar é quase mágico de tão legal... E sem se preocupar em analisar tão profundamente as roupas ou seja la que merda for. =)
    Povo parece que não tem vida, fica tudo "enlatada"
    Bjs

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  4. O povo põe muito glamour onde não cabe, tem tantas coisas simples e gostosas de se aproveitar, não precisa ficar pagandod e gata com caras e bocas, cansa minha beleza ausha
    Eu fui mãe aos 16 anos, o filhote já vai afzer 8, na época não tinha grana e usava oq eu ganhava, não tinha roupinhas bonitas de gravidinha, ia adaptando as coisas. Mas olha uma coisa que tem que investir é na hidratação, compra bastante produtinho power ai, por mais que eu tenha cuidado tive bastante estria nas coxas e bumbum e na bordinha. Não sei se foi pela idade pq meu corpo mudou completamente para corpo de mulher, não me incomodam mais, mas enfim é bom cuidar!
    beijos

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  5. AADOREI!!!!
    Certa vez fui a uma boate vestindo short jeans e camisa social listrada....fui elogiada pelos meninos pq estava diferente,não parecendo uma linguiça,como as outras garotas(quase todas usavam vestido adesivo).E nós achando que homem não repara nessas coisas!

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  6. Infeliz esse comentário que São Paulo é o top da grosseria, essa cidade recebe qualquer um de braços abertos e todo mundo consegue fazer,vida,ganhar dinheiro, fazer amigos, casar.. etc, eu sento num blog pra relaxar e é chato ler um comentário desse.. desabafo de uma paulistana que nunca tratou nem um forasteiro mal.

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  7. É o paraíso!
    Gostei mais do primeiro lugar (foto) do que de NYC.
    Sou normal? hahahahaha

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  8. Oi bixotutu, tudo bem?

    o blog é escrito por duas paulistanas que têm opinião diferente entre si e diferentes do resto do mundo.
    No caso, eu também concordo que paulistanos não são o povo mais cordial do mundo. Dos poucos lugares que estive, nenhum se iguala a San Francisco, por exemplo, onde as pessoas SORRIEM para outras na rua. Talvez eu também ande pelos lugares errados por aqui - como no exemplo que a Joo deu -, mas não vou caminhar pela Oscar Freire para tirar a prova.

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  9. Joo, vc esqueceu de citar aquele encontrinho onde eu era a unica pessoa de cabelo cacheado e a unica sem investir em acessorios, lencos, echarpes.
    Aí enquanto todo mundo se incrementou para ficar "diferente", ficou todo mundo igual.

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  10. Bixotutu, eu até ia te responder de outra forma mas mudei de idéia pq eu tb tô tentando exercitar a minha educação. O problema é que a educação de um povo, NA MINHA OPINIÃO, não é medida por como VC "trata os forasteiros". NA MINHA OPINIÃO, o povo em SP não se trata bem entre si (haja vista os dedos do meio mostrados no trânsito, as filas furadas, o lixo jogado nas ruas, o desrespeito a velhinhos e deficientes e tantas outras coisas mais). Acho que rola enxergar um pouco além do próprio umbigo, né? Beijos.

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  11. Só não estou batendo palmas porque estou na internet no trabalho, ok em horário de almoço ams não dá pra fazer alocka.

    Super parabéns por desmistificar NY e por tabela me fazer ter vontade de conhecer a cidade agora, porque antes só me apareciam descrições chatas e eu achava que se não andasse de oxford+meia calça que pinica as pessoas iriam jogar tinta vermelha em mim na rua.

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  12. O post tá muito bacana, eu podia comentar de um monte de coisas, inclusive comentar outros comentários, mas vou me limitar ao que eu tenho experiência.
    Não compre muita roupa agora, compre o que dê para Você ir usando até o final. gravidez é uma coisa muito louca, quando meu corpo "voltou ao normal" (eu n acho gravidez nada anormal, mas vale a ressalva porque se tem assunto fashion no meio, vira polÊmica) e eu voltei a usar roupas de antes, e comprar roupas "normais" eu desenvolvi um enjôo pelas roupas da época da gravidez que era absurdo, não coseguia nem olhar, e tipo, uns vestidinhos, batas, leggings que nem eram exclusivamente gestacionais... mas acabei doando tudo. (esse papo de guardar prá próxima gravidez não rola, nem prá mim)

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  13. @bixotutu

    Olha, cordial é que o paulistano não é... Aqui (sim, moro "aqui") rola uma competitividade até na escada rolante. A maioria de nós não deixa o lado esquerdo livre para ninguém passar na frente, né? Louco...

    Joo, eu fico louca da vida quando alguém acha o ápice do glamour tirar uma foto na Times Square, sendo que o New Yorker (que vive e curete a cidade DE VERDADE) praticamente não pisa lá. Glamour, para um monte de it-alguma-coisa é fazer a louca na Sephora, H&M e Topshop, ou seja, o equivalente à uma "gringa" vir para Sampa comprar na Ikezaki, C&A e Renner, né? Ah, e sem nem pisar no Ipiranga, MASP ou mosteiro São Bento...

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  14. A Soraya disse tudo. Nao com relacao a Sao Paulo porque só estive aí uma vez há mais de 20 anos entao, nao posso falar nada, nem bem e nem mal.

    Agora, com relacao a NY, eu tive que rir. Sempre tive pena de quem conta que fez compras na Topshop como se fosse a Prada. Compra, mas assume a fuleirice da coisa! Nao é melhor nem do que a Marisa!!! H&M entao é descartável mesmo: usou, joga fora.

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  15. post fudido, sinceramente! (pras ofendidas desculpae o palavrao, mas cabe no contexto!) Ju

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  16. Confesso que ja passei várias vezes pelo VnF, no começo e depois de muito tempo... Mas nunca parei para ler...
    Agora, essa desmistificação do glamour que as pessoas dão a NY foi o máximo! Tipo, geeennntennn, hellloooo, é so uma cidade como belezas e verdades como qualquer outra! Não precisa endeusar a coisa! Hoje todo mundo quer ser tendência, famosa, mas a gente percebe que é tudo forçado, fake. Não se acham mais garotas originais com algum conteúdo e fashion, autênticas... É tudo "ctrl c + ctrl v"...
    Achei o máximo seu post! E foi muito legal conhecer esse lado do site...
    Virei fã!

    Beijinhos

    Janaína

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  17. O melhor de viajar não é comprar, até acho que o mais legal de viajar às vezes é sentar numa praça e olhar o povo andando, conversando entre si. Entender a cultura deles.
    Fui a Buenos Aires há dois anos sozinha, visitei museus (a primeira vez diante de um Van Gogh a gente nunca esquece), comprei livros, comi (super) bem E comprei produtos de beleza em farmácia (o que me atrai a vir aqui vai comigo onde eu for).

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  18. Carol, eu te digo que achei muito chato passar quase todo o meu tempo dessa estada em NY dentro de loja. Só que era necessário pelo enxoval da nenê - eu não teria grana pra comprar aqui o que comprei lá, e as faturas do cartão já vieram, já paguei, minha nenê já tem quase tudo, e tudo pago. O lado bom disso é que não tô podendo nem VER loja. Claro que estar grávida ajuda, roupa por exemplo nem adianta comprar, pq não sei como o corpo vai ficar depois. Mas o ponto é que o fato de tudo ser mais barato lá fora não justifica mesmo que a gente saia comprando que nem louca o que não precisa, e de repente nem tem grana pra pagar. Eu, pelo menos, ando bem mais cuidadosa que no passado!

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  19. Putz, em quase todas as viagens que fiz na vida, eu quase nao comprei absolutamente nada. Eu detesto carregar mala. Viajo com pouco, torcendo para voltar com menos ainda.

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